E vem ele de novo, o tal do dia da mulher! Eu já impliquei muito com isso, afinal acho que todos os dias deviam ser das mulheres, dos homens, da humanidade enfim. Mas parece que com a idade vem uma certa sabedoria (graças a Deus) e a gente vai deixando certas implicâncias de lado.
Rendo então minha homenagem às muitas mulheres da minha vida.
À minha trisavó Inês, que ensinou suas filhas a ler através das cartas que recebia, e que ao se ver viúva com filhos pra criar, saiu da pequena Silveiras e foi-se embora pra São Paulo onde montou uma pensão para meninas do interior que iam fazer Escola Normal, isso nos priscos idos de 1900.
À minha bisavó Clarinha, que a vida inteira se dedicou ao ensino público e assim, junto com seu marido e também educador, criou suas filhas e uma geração de agradecidos alunos.
À minha avó Maria, mulher de grande valor, que mesmo tendo sido uma das melhores alunas da Faculdade de Sociologia e Política, casou-se e criou seus filhos, netos e bisnetos, sempre nos mostrando que devíamos ir mais longe, e se enchendo de orgulho a cada conquista, cada formatura, cada indicação de um de nós.
À minha abuela Josefa, que no meio da Guerra Civil Espanhola, grávida de meu pai, recusou-se a sair de Madrid após a prisão de seu marido, que criou seus filhos sozinha durante os 7 anos de reclusão de meu avô, e que nos tempos bicudos perguntava aos filhos: hoje vocês querem comer ou ir ao cinema? E com isso levando um pouco de fantasia à vida deles.
À minha mãe, que com muita luta criou seus 10 filhos, trabalhando e estudando incessantemente durante 40 anos, arrumando um tempinho pra fazer roupas novas pras nossas festas, corrigir trabalhos de escola, revisar TCC's e cuidar dos pobres e doentes.
Enfim, à todas as mulheres extraordinárias com quem tive o prazer de viver, todo meu carinho e respeito, porque como diz a garotada, nos somos multitarefas, e somos boas nisso!
Rendo então minha homenagem às muitas mulheres da minha vida.
À minha trisavó Inês, que ensinou suas filhas a ler através das cartas que recebia, e que ao se ver viúva com filhos pra criar, saiu da pequena Silveiras e foi-se embora pra São Paulo onde montou uma pensão para meninas do interior que iam fazer Escola Normal, isso nos priscos idos de 1900.
À minha bisavó Clarinha, que a vida inteira se dedicou ao ensino público e assim, junto com seu marido e também educador, criou suas filhas e uma geração de agradecidos alunos.
À minha avó Maria, mulher de grande valor, que mesmo tendo sido uma das melhores alunas da Faculdade de Sociologia e Política, casou-se e criou seus filhos, netos e bisnetos, sempre nos mostrando que devíamos ir mais longe, e se enchendo de orgulho a cada conquista, cada formatura, cada indicação de um de nós.
À minha abuela Josefa, que no meio da Guerra Civil Espanhola, grávida de meu pai, recusou-se a sair de Madrid após a prisão de seu marido, que criou seus filhos sozinha durante os 7 anos de reclusão de meu avô, e que nos tempos bicudos perguntava aos filhos: hoje vocês querem comer ou ir ao cinema? E com isso levando um pouco de fantasia à vida deles.
À minha mãe, que com muita luta criou seus 10 filhos, trabalhando e estudando incessantemente durante 40 anos, arrumando um tempinho pra fazer roupas novas pras nossas festas, corrigir trabalhos de escola, revisar TCC's e cuidar dos pobres e doentes.
Enfim, à todas as mulheres extraordinárias com quem tive o prazer de viver, todo meu carinho e respeito, porque como diz a garotada, nos somos multitarefas, e somos boas nisso!