Sobre a tolerância!
Cresci apreciando charges do antigo Pasquim e da revista Mad, e era especialmente fã do Fradim, o personagem anarquista do saudoso Henfil. As revistas do Henfil nunca foram guardadas em local escondido, ao contrário, tanto estas quando as edições do Pasquim estavam sempre num lugar que podiamos encontrar, ler e apreciar. Eu tinha mais ou menos uns 8 anos, e claro que não entendia muita coisa, mas eu gostava do que entendia. O Fradim era certamente uma ofensa pra muitos carolas, e ainda assim, em plena ditadura militar, estava em todas as bancas de jornal.
Sou católica de formação , vou a missa e tento seguir ao máximo o ensinamento de JC: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. e nunca me senti ofendida por nenhum cartum,livro, programa de tv, vídeo ou o que quer que seja, que satirisasse minha fé. Muito ao contrário, o meu filme favorito ainda é Monty Python e o Sentido da Vida.
Diferentemente de muitas pessoas que acabam de descobrir a existência do Charlie Hebdo, sou fã da publicação há anos e me diverti imensamente com suas capas da época do conclave, todas indecentes, todas hilárias.
Eu acredito piamente na existência de Deus, acredito que Ele é Todo Poderoso, que é o Alfa e o Ômega, e que portanto não está nem um pouco preocupado com o que podem ou não falar ou dizer em nome dele. Eu acredito que Deus é amor puro, e que o amor, como disse São Paulo, é tolerante.
Deus não precisa da sua defesa e nem que se apiedem dele, antes muito pelo contrário. Deus certamente deve ficar bem p da vida com o monte de asneiras que dizem em seu nome. E mais ainda com a violência e as palavras ásperas que seus filhos saem dizendo uns para os outros em nome D'Ele.
Minha fé é inabalável, então não se melindrem se eu não curtir a filosofia barata que se instaurou na rede social em defesa do indefensável. A vida de todo ser humano é sagrada, independente da sua opinião sobre ele!
Pronto falei!
Cresci apreciando charges do antigo Pasquim e da revista Mad, e era especialmente fã do Fradim, o personagem anarquista do saudoso Henfil. As revistas do Henfil nunca foram guardadas em local escondido, ao contrário, tanto estas quando as edições do Pasquim estavam sempre num lugar que podiamos encontrar, ler e apreciar. Eu tinha mais ou menos uns 8 anos, e claro que não entendia muita coisa, mas eu gostava do que entendia. O Fradim era certamente uma ofensa pra muitos carolas, e ainda assim, em plena ditadura militar, estava em todas as bancas de jornal.
Sou católica de formação , vou a missa e tento seguir ao máximo o ensinamento de JC: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. e nunca me senti ofendida por nenhum cartum,livro, programa de tv, vídeo ou o que quer que seja, que satirisasse minha fé. Muito ao contrário, o meu filme favorito ainda é Monty Python e o Sentido da Vida.
Diferentemente de muitas pessoas que acabam de descobrir a existência do Charlie Hebdo, sou fã da publicação há anos e me diverti imensamente com suas capas da época do conclave, todas indecentes, todas hilárias.
Eu acredito piamente na existência de Deus, acredito que Ele é Todo Poderoso, que é o Alfa e o Ômega, e que portanto não está nem um pouco preocupado com o que podem ou não falar ou dizer em nome dele. Eu acredito que Deus é amor puro, e que o amor, como disse São Paulo, é tolerante.
Deus não precisa da sua defesa e nem que se apiedem dele, antes muito pelo contrário. Deus certamente deve ficar bem p da vida com o monte de asneiras que dizem em seu nome. E mais ainda com a violência e as palavras ásperas que seus filhos saem dizendo uns para os outros em nome D'Ele.
Minha fé é inabalável, então não se melindrem se eu não curtir a filosofia barata que se instaurou na rede social em defesa do indefensável. A vida de todo ser humano é sagrada, independente da sua opinião sobre ele!
Pronto falei!
